O que acha?

Passou batido. Se não fosse por essas idas e vindas que as coisas passam na minha cabeça, eu não iria perceber. Poderia achar que era só uma cisma besta, sem saber o porque. Mas acho que entendi.

Quando me contou do convite, diferente do que pensaria em outra época, eu achei uma boa ideia. Afinal, seria a chance de um emprego. Teriamos pontos a resolver, afinal preciso de ajuda aqui. Mas como você diz, quem quer dá um jeito. Tentei saber o que achava da ideia, saber detalhes.

Imaginei que seu sono podia ser a mente pensando nisso, precisando focar. Até que no banho do bebê perguntou se eu conseguiria quem viesse me ajudar, pois estava pensando na possibilidade de aceitar.

Então, quando disse que ia perguntr o que uma terceira pessoa achava, eu na hora me incomodei, mas porque? Não entendi. Ciúme? Talvez. Deixei passar… ou não, antes de deitar percebi.

Me incomodei com o fato de não ter sido diretamente perguntada sobre o que eu achava. Não houve uma construção conjunta de decisão. Mas para outros era um o que a pessoa acha?

Não importa o motivo de querer saber o que ela acha, importa que importa o q ela acha, mas e o que eu acho? Queria ter sido questionada diretamente, afinal, é a gente que isso afeta.

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