Sorvete de manga

Ok, o meu não ficou igual ao da foto, mas ficou muito bom :D, só esqueci de fotografar.

Eu estava atrás de algo gelado, logo no início da gravidez, o gelado me fazia bem, não que eu enjoasse as comidas, mas alguns dias eu não tava com vontade de comer e só queria coisas geladas, algumas vezes parei no posto para comprar picolé de limão, até que aprendi a congelar a uva, muito bom também😋.

Com a questão do diabetes gestacional, acabei restringindo ainda mais minha alimentação e fiquei sem querer comprar picolé industrializado. A uva li que não era uma fruta muito indicada, então comecei a pensar no que poderia fazer para saciar a vontade de coisa gelada.

Um tempo atrás, tentei fazer um sorvete de acerola, não deu muito certo, acho que foi muita acerola pra pouca banana, rendeu muito, tanto que desperdiçou e nunca mais fiz.

Foi então que vi a receita de um sorvete de manga e resolvi testar, a ideia era a mesma do anterior, ou quase. Segue a receita:

1 banana madura

1 manga madura

Depois de higienizar as frutas, descasca e poe no congelador, no outro dia, tira, deixa uns minutos fora descongelando, põe no processador e bate até ficar homogêneo, ai é só congelar ou tomar logo.

Só isso, viu como é fácil?

Na receita original tinha ainda maracujá, mas eu estou evitando ele também, então fiz só com a manga e a banana. ficou muito bom, pois a manga estava bem docinha, não precisou de mel nem açúcar.

Esperando a oportunidade de fazer mais 😋

IA e minha relação com a comida

Tenho seguido alguns instagrans sobre bebês, por motivos óbvios. E foi neles que vi falando sobre a introdução alimentar(IA) e amamentação dos bebês, em alguns há relatos de diferentes pessoas sobre quando e como começaram a comer e quais consequências disso em suas vidas. Foi pensando nisso que resolvi vim escrever.

Não sei ao certo quando começou minha IA, mas sei que parei de mamar com 15 dias, porque minha mãe adoeceu e o médico disse que eu deveria ser separada dela. Então não só deixei de amamentar como fiquei longe de minha mãe no sentido de não dormir mais perto, e não sei quanto tempo sem contato físico houve. Minha avó passou tomar conta de mim, o que perdurou pela infância, adolescência e parte de minha vida adulta (cabe aqui falar mais sobre isso em outro post, foquemos nesse na alimentação).

Então, não sei quando comecei a comer alimentos sólidos e outros líquidos, mas sei que quando criança tomava muito suco, tanto que enjoei o saber do meu então preferido. Além disso, lá em casa nunca foi exemplo de alimentação saudável: comida sempre com muito sal, refrigerantes, poucas frutas e nenhum incentivo ao consumo de água. Apesar de haver sempre o comentário de que o médico mandava reduzir o refrigerante que era um veneno, fazia mal, isso nunca foi posto em prática. Comidas gordurosas e muitas besteiras sempre fizeram parte do cardápio. Morando perto de um mercadinho de bairro, doces eram itens obrigatórios. lembro-me da época em que com um real dava para comprar umas 20 balas de leite cobertas com açúcar, e elas acabavam num instante.

Cresci nesse ritmo, até mesmo o feijão, hoje item que adoro, levou um bom tempo longe de meu prato, eu só queria comer arroz e carne, sendo que essa carne era cheia de óleo e eu “umedecia” o arroz colocando óleo em cima. Não havia nenhum adulto que controlasse a alimentação, considero hoje que eram (e ainda são) todos omissos. Apesar de comentários do tipo: ‘isso faz mal, nunca vi não comer tal coisa, fulano não gosta disso’, nunca fizeram nada para mudar, seguindo a “filosofia” de que ‘a vida ensina’ ou ‘quando quiser eles comem’.

onde já se viu um bando de crianças decidir o que fazer, comer? Apesar de na época parecer bom ( afinal qual criança vai preferir salada a chocolate?) isso em nada ajudou na formação. Ao contrário, até hoje tenho uma alimentação restrita porque não gosto de experimentar novos pratos, não quero comer coisas diferentes, e vou pela ‘cara’ da comida. Apesar de ter melhorado a alimentação, ainda não é o suficiente. E mesmo sabendo que preciso mudar, ainda é muito difícil se abrir a novos sabores.

Molho de tomate – receita

eu que fiz 😀

Para mim é estranho ir no supermercado e comprar aqueles saches de molho de tomate pronto, sempre acho que não tem um gosto (e cheiro) muito bom. Parece artificial.

Talvez porque pra mim é estranho alguém não fazer seu próprio molho. Lá em casa sempre foi assim, qualquer coisa que íamos fazer que levasse molho, eramos nós que fazíamos. Tenho o hábito até hoje.

A receita às vezes varia um pouco, com mais ou menos tempero a depender do que tem em casa, mas a receita é sempre essa a seguir:

tomate ( a quantidade que desejar, costumo usar de 6 a 10 a depender da quantidade que quero, tamanho dos tomates

cebola ( 1 ou 2 depende do tamanho e da quantidade de tomate)

pimentão (umas 4 tiras finas, só pra dar um gostinho -opcional)

alho (adorooo rsrs, 1 dente grande)

sal ( a gosto)

manteiga (1 colher)

açafrão (opcional – 1 colher chá)

pimenta/cominho moído (opcional – 1 colher chá)

pimenta de cheiro (opcional – 1 a 2 unidades)

Corto o tomate em cubos, a cebola e o pimentão em rodelas, a pimenta em tiras, ponho na panela com o sal, manteiga e os temperos, ponho fogo baixo e mexo um pouco. Não coloco água porque vai sair água do tomate, deixo cozinhar nela mesma, só acrescento água se começar a grudar. Deixo cozinhar até ver que a cebola já ta mole e transparente. Apago o fogo, deixo esfriar e bato no liquidificador com coentro ou cheiro verde se tiver (tem que use sem bater, eu prefiro assim, e ainda peneiro). Está pronto, é só usar ou congelar em potes individuais para usar ao longo da semana.

simples não?

Comidas na gravidez

Uma das primeiras coisas que comecei a pensar quando engravidei foi na comida. Nunca comi bem, isso é fato, apesar de estar melhorando com o tempo. Porém, eu não sabia o que podia e o que não podia comer. Comecei a pesquisar, depois conversei com a obstetra e sigo nessa saga.

Primeiro, cortei o máximo de coisas em conserva ou muito industrializadas: ervilha e milho enlatado, caldo de carne, extrato de tomate, peito de peru, além de café, doces e chocolates. Isso por conta própria. A médica me proibiu de comer amendoim cozido ( porque pode ter fungo na casca), café, chocolate (produtos com cafeína em geral), peixe cru, carne mal passada (nesse caso o risco de toxoplasmose, infecção). Ai um belo dia estava eu na rua e sinto o cheiro do acarajé, que delícia, mas veio a dúvida: posso comer? Os mais velhos dizem que é um alimento carregado, minha vó dizia que fazia mal comer na menstruação se você não tivesse costume, eu sempre comi. Segurei a vontade e esperei a consulta seguinte para perguntar. A médica falou que não tinha problema se eu tivesse costume, porque não era que o alimento iria fazer mal, o que podia acontecer era eu ter alguma infecção e isso é que seria ruim. Como sempre comi, comprei umas duas vezes já (sempre do mesmo lugar que já tinha costume) e antes de comer pus no microondas para esquentar, um hábito com quase tudo que como que vem da rua: pizza, salgado (só como algo que não fiz sem passar no microondas se for a única fonte de comida disponível e eu estiver com fome). Detalhe do acarajé: pedi sem camarão, apesar de eu adorar, o motivo é o oleo que se espalhou pelas praias, mesmo havendo os camarões de viveiro que a princípio não seriam afetados, resolvi abrir mão, na dúvida, mehor não arriscar.

Com isso, mesmo também tendo vontade de moqueca de camarão (ou camarão no cocô como sempre chamei) vou passar um bom tempo sem chegar perto. Molho de tomate sempre tive o costume de fazer, então é tranquilo. Claro que vez ou outra como algo que tem coisas mais industrializadas, tipo quando peço uma pizza, mas são poucas vezes que tenho comido fora. Até a água de cocô e a melancia sofreram: como não sei a forma de conservação da água, não compro mais ela em garrafinha, e tanto o cocô como a melancia só compro fechado para cortar em casa, não sei como higienizaram o facão que abriu e deixou o produto exposto.

Falando em higienização, tenho lavado tudo no vinagre: frutas, verduras, até a acerola que uso para suco. O correto é por no hipoclorito, mas não estava achando, comprei agora e vou passar a usar.

Pode parecer frescura, mas tenho tentado evitar tudo que possa sonhar ser um risco. Afinal eu não tenho vacina de rubéola, não sou imune a toxoplasmose e nem a citomegalovírus, ou seja, melhor se cuidar.

Ovo de páscoa 2019

Ano passado postei aqui sobre o primeiro ovo de páscoa que fiz. Agora, resolvi voltar pra atualizar aquele post, sendo mais resumido. Como eu já tinha a forma do ovo e ainda tinha uma barra de chocolate fracionado que comprei no fim do ano não tenho como postar valores de quanto gastei, mas se eu fizer uma média pelo valor do ano passado ( 1 forma de silicone BWB – ovo 350 gramas (7,25) + 1 barra de 1kg de chocolate fracionado da Harald (17,95) = 25,20) e considerando que fiz três ovos de 350g, cada um saiu por 8,40*.

Para fazer é bem simples. Você só precisa picar o chocolate e colocar em uma vasilha/panela para fazer banho maria, eu recomendo que ao máximo que conseguir, assim é mais fácil derreter. Feito isso, coloque uma panela com água no fogo, e pouco antes de começar a ferver desligue ( A panela de chocolate deve ter uma base que cubra a boca da panela com água, para que o vapor não possa sair, e não caia água no chocolate). Coloque a panela com chocolate picado em cima da que possui a água e fique mexendo até que todo chocolate tenha derretido, no início parece que não vai funcionar, mas acredite, vai (é possível fazer essa etapa no microondas, mas sempre faço no fogão, caso queira derreter no microondas, a embalagem do chocolate costuma explicar como faz). Chocolate derretido é só transferir para a forma e depois levar a geladeira por 10, 15 minutos.

chocolate picado
derretendo o chocolate

Minha forma vem com duas partes plásticas e uma de silicone. Ai em uma parte eu coloco o chocolate até a marcação e depois cubro com o silicone e a outra metade plástica, assim forma um lado do ovo. Caso sua forma seja mais simples, só com uma parte plástica, é só por o chocolate e balançar até cobrir toda a forma.

Pra desenformar é só virar em uma superfície limpa, às vezes você pode precisar dar uma leve batida ou pressionar, se estiver usando uma forma simples. No caso da minha é só tirar as partes plásticas e puxar o silicone. Basta repetir para fazer a outra metade e está pronto seu ovo.

Com 3 pedaços de chocolate da barra eu consigo fazer um ovo inteiro e sobra um pouco de chocolate ainda derretido. Como eu estava com 8 pedaços pois minha barra já tinha sido aberta, eu consegui 3 ovos inteiros e a sobra de chocolate usei para fazer umas casquinhas de chocolate na forma de trufa.

E ai, gostou da dica? Alguma dúvida? Deixa nos comentários 😉

*8,40 é um valor aproximado, pois não lembro o preço da barra que usei esse ano, e ela já não estava inteira.

Você já foi a feira hoje?

Quando era pequena nunca fui muito fã de ir a feira, por um motivo: acordar cedo. Lá em casa o pessoal ia lá pelas 5 e pouco da manhã, com o tempo isso foi melhorando. Hoje em dia eu tenho de ir, e quer saber, eu adoro. Não sei explicar exatamente porque, mas acho divertido, além de ser uma distração, sério. Gosto de ir e escolher o que eu vou comer: tomates maduros e sem manchas, sei que a fruta pode estar boa mesmo manchada mas eu não gosto de comprar, me chame de fresca quem quiser. Cebola, beterraba, cenoura, vez ou outra alguma folha, macaxeira, batata doce, alho…. o tipo de coisa que vende no supermercado mas não tem o mesmo sabor. Gosto de passar olhando as barracas, vendo onde o produto me atrai. Alguns dias dá a vontade de trazer algo que não estava na lista, o que pode ser bom, ou pode ser ruim. A jabuticaba que comprei era diferente das que compram lá em casa, muito grande e sem gosto, mas a cana era legal, o pé de moleque esqueci fora da geladeira e estragou.

Acho tão legal, que nem tenho me importado de ir e voltar caminhando, às vezes fico em sentindo uma velhinha com o carrinho de feira kkkk, ainda mais no último dia que fui de guarda-chuva pra proteger do sol. A água de coco que compro no final da feira, soa como a recompensa do passeio e com isso minhas manhãs de sábado se tornam mais alegres, me sinto até co mais disposição para chegar em casa e fazer as coisas.

E você, já foi a feira hoje?

Bolo de tapioca

Aqui no blog já escrevi sobre como fazer ovo de páscoa e biscoito,  dessa vez resolvi trazer esse bolo que conheci a pouco tempo e fiz pela primeira vez hoje. Vamos a receita e depois uns comentários.

Materiais

500 g de tapioca seca
500 ml de leite integral
50 ml de leite de coco
1 caixa de leite condensado
2 colheres sopa de açúcar
coco ralado (uma unidade)

Modo de preparo

  1. Misture o leite integral, leite de coco e o leite condensado. Em seguida acrescente o açúcar e misture bem.
    Acrescente aos poucos o coco ralado, deixando um pouco reservado para decorar o bolo
  2. Unte a forma de alumínio ou refratário com um pouco da mistura líquida. Em seguida, coloque a tapioca seca cobrindo todo o fundo da forma e molhe com a mistura líquida até umedecer a tapioca. Repita esse processo até a altura que desejar para o bolo
  3. Quando a tapioca estiver bem úmida, coloque na geladeira de 40 a 60 min.
  4. Desenforme o bolo e coloque um pouco de leite condensado e coco ralado por cima para decorar

Rápido e simples e não vai ao forno hora nenhuma. Achei difícil dar certo, mas deu. Pra quem não sabe o que é tapioca seca (eu não sabia, apesar de saber o que é tapioca e ter comido tapioca seca a infância inteira, nunca dei um nome diferente de tapioca a ela rsrs) vou por uma foto:

tapioca seca ( comia ela molhando no café)

Como uso açúcar demerara e não sabia se ele dissolveria na mistura líquida e não estava a fim de ver as bolotas de açúcar no bolo, troquei as colheres de açúcar por meu, não vi diferença, afinal, pus muito leite condensado que já é doce.

Como não sabia se ia funcionar, comprei um pacote pequeno de tapioca, cerca d 200/300 g eu acho, e o leite de coco usei uma garrafinha de 200 ml ao invés de 500ml. Logo substituir o leite comum pela mesma medida do leite de coco e pus menos de uma lata de leite condensado (pouco mais de meia caixa). Ficou legal, só acho que no final pegaria um pouco mais de mistura líquida que acabou, ai dei uma apertadinha com a colher na massa pra molhar melhor os cantos. Pus na geladeira e o resultado logo após desenformar é o seguinte:

já dava para comer assim, mas como a receita diz p decorar com coco ralado e leite condensado fiz isso, Pus metade só o coco e a outra metade o coco e o leite. Eu prefiro com os dois, mas quem achar que já ta muito doce pode por só o coco (ou nada para decorar).

Depois disso, é só aproveitar. Sugiro não demorar muito para consumir, pois como nada vai ao fogo, algo pode estragar (coco estraga muito fácil, mesmo guardando o bolo na geladeira não sei quantos dias dura, quem me passou a receita não me disse, se descobrir volto para contar). Bom apetite

Biscoito

O vídeo acima é do canal da Cozinha Bach, que é da  nutricionista Simone Bach, peguei a receita original dela e modifiquei alguns ingredientes, segue a lista abaixo:

1/2 xícara demanteiga em temperatura ambiente
– 1 ovo
– 1/2 xícara de açúcar (de preferência demerara)
– 1 xícara de farinha de aveia
– 3/4 xícara farinha de trigo
– 1 xícara de farinha de castanhas e amendoim
– 1 colher chá fermento químico
– 3/4 xícara de castanhas e amendoim em pedacinhos pequenos


O resultado é esse das imagens:






Alimentação

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Uma coisa que tento, mas ainda não consegui, é manter uma alimentação saudável. Me acabo numa coxinha com refrigerante, e também em pizza, lasanha, pastel, chocolate, sorvete, etc… Qualquer coisa que entre na relação não faz bem, principalmente se consumida em excesso. já se for suco, fruta, salada e água, ai a coisa muda de figura, são itens escassos isso quando se fazem presentes. Mesmo que não faça bem, eu não resisto, e nem o fato dos saudáveis fazerem um bem também pro meu bolso conseguiu me convencer ainda a adotar outra postura. A minah ideia é fazer a troca, só não sei quando. Hoje depois do trabalho fui no mercadinh oe comprei uma água, mal bebi uns 3 dedinhos. E olha que passei meia hora no ponto, um calor infernal, tava sombra ams aquele troco abafado, que até o vento era quente. Se fosse refrigerante eu teria gastado mais, e teria bebido mais também. Talvez eu indo estudar, eu consiga comer melhor, ou não. porque como vou comer a quilo nos dias que for de manhã, e sem chatisse de ninguém dizendo: “oxente, e vai comer isso, não disse que não gostava e não sei mais o que”  eu posso por no prato um pouquinho da comida que achar que está com a cara bonitinha, mesmo que não seja dos itens que estão no meu cardápio de coisas que gosto. E como a variedade de pratos é maior, quem sabe assim eu não aprendo a comer melhor também.